Evento de integração MANDIC + Tecla

Ontem dia 26/04 tivemos nosso primeiro evento de integração, onde os funcionários MANDIC + Tecla puderam se conhecer melhor, trocar experiências e se divertir juntos. Estamos entrosando nosso time cada dia mais, para que possamos oferecer o melhor serviço de e-mail e cloud computing do Brasil.

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MANDIC apoia e premia projetos inovadores no Proxxima StartUp


Programa irá premiar startup vencedora com R$ 20 mil, além de distribuir serviços gratuitos. Fundador da companhia, Aleksandar Mandic dará dicas sobre como empreender. 

São Paulo, 24 de abril de 2012 – Com o objetivo de apoiar a inovação e o empreendedorismo, a MANDIC, uma das principais empresas de cloud computing do Brasil, é apoiadora oficial do concurso Proxxima StartUp, que tem como meta identificar um projeto de negócio que tenha potencial para crescer com grandes resultados. O evento acontece nos dias 09 e 10 de maio de 2012, no Sheraton WTC, em São Paulo. O concurso ocorre em 09 de maio, no mesmo local.

A melhor startup voltada para o segmento de comunicação irá receber um prêmio de R$ 20 mil oferecido pela MANDIC e Ikewai, uma holding de investimentos. A MANDIC ainda irá oferecer uma premiação extra para os participantes: todos os inscritos receberão três meses do servidor Cloud Elastic 2, dez e-mails corporativos e serviço de envios de e-mail marketing. O mesmo prêmio também será oferecido para os vinte finalistas pelo período de seis meses, já os cinco primeiros colocados receberão a cortesia por nove meses e o vencedor contará com um ano de serviços gratuitos da companhia.

“Queremos reconhecer e estimular o empreendedorismo no Brasil. Nos últimos anos temos acompanhado o surgimento de inúmeras iniciativas, o que comprova que as tecnologias cloud auxiliam neste processo de crescimento e experimentação. Temos o objetivo de manter a MANDIC próxima deste ambiente fértil, dinâmico e inspirador.”, afirma Cristian Gallegos, Diretor de Marketing da MANDIC.

Além do apoio nas premiações, Aleksandar Mandic, fundador da MANDIC e um dos pioneiros da internet no Brasil, fará uma palestra com dicas aos novos empreendedores com base em sua experiência e trajetória de sucesso.

Agenda

Evento: Concurso Proxxima StartUp

Data: 09 de maio de 2012

Endereço: Sheraton WTC, em São Paulo

Mais informações:
http://www.proxxima.com.br/proxxima/eventos/2012/proxxima.html

 


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Mandica de hoje – Luli Radfarer

Pessoal,

Vamos começar uma série de postagens no blog com dicas sobre o mercado de TI e curiosidades que façam a diferença no seu dia-a-dia! Se tiverem qualquer dúvida ou sugestão, mandem pra gente!

A nossa dica de hoje é o lançamento do Livro do Luli Radfarer, a Enciclopédia da Nuvem.

Luli Radfarer é professor-doutor de comunicação digital da Escola de Comunicação e Artes da USP e mostra que entende muito bem do assunto abordado  no livro que tem como tema principal Cloud Computing, e apresenta situações, propostas, ideias, ferramentas e muito mais .

O livro, diferentemente do que a maioria pensa, não é destinado apenas a profissionais de TI,  mas sim a qualquer pessoa que tenha interesse ou queira conhecer algo sobre o assunto. Por ter formato de enciclopedia, o livro apresenta, ilustra e sugere novas possibilidades de negócios em nuvem. mas com uma linguagem menos tecnica.   E não se assuste, o livro se assemelha a uma enciclopedia apenas pela constante revisão e atualização do conteúdo e não pelo peso e quantidade de volumes.

 

Outro ponto importante do livro é que o autor não levanta badeira de nenhum tipo de plataforma, e em suas palavras:

“Este livro é agnóstico. Não defende plataformas, tecnologias, atitudes ou modelos de negócios, já que isso prejudicaria a análise cuidadosa de cada ferramenta e prática.”

Com um texto muito completo e informativo, Luli Radfahrer oferece aos leitores um material de referência amplo, cobrindo diversas áreas e exemplos práticos de atuação. É um exelente guia para maximizar os negócios “em nuvem”.

Vale a pena conferir!

O livro pode ser encontrado aqui:  www.livrariasaraiva.com.br.

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Mandic entra no mundo dos centros de dados

Com entrevista de Aleksander Mandic e Antonio Carlos Pina, da Tecla Internet, o jornal Valor Econômico publicou uma exclusiva sobre a fusão entre as duas empresas. Confira!

O nome do empresário Aleksandar Mandic está intimamente ligado ao desenvolvimento da internet no Brasil. Nos anos 90 foi o criador do serviço de mensagens (BBS, na sigla em inglês) que levava seu sobrenome e anos mais tarde participou da fundação do portal iG. Na última década, vinha tocando a Mandic Mail, provedora de e-mails para empresas.

Continue lendo a matéria no site da Valor Econômico.

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Com Riverwood Capital, Mandic compra Tecla Internet


Provedor de e-mails pela internet agora terá serviços como hospedagem de sites, backups de dados e vendas de capacidade de processamento

São Paulo – A Mandic, empresa provedora de e-mails comandada pelo empresário Aleksandar Mandic, conhecido nome ligado ao desenvolvimento da internet no país, vai se juntar à Tecla Internet, empresa de serviços na nuvem. Em uma transação de valor não revelado, e apoio do do fundo de investimento Riverwood Capital, a Mandic adquire a Tecla Internet.

Continue lendo a matéria no portal da Exame.com.

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A Tecla agora é Mandic!

A Tecla está feliz em anunciar que a partir de hoje faz parte do time Mandic! Em uma ação para integrar duas das empresas mais inovadoras de TI do país, essa manobra promete revolucionar o mercado brasileiro. Clique aqui para mais informações e seja bem-vindo a que será a maior empresa de serviços de internet do Brasil!

Conheça o site da Mandic: www.mandic.com.br 

E também o Facebook: www.facebook.com/mandic.com.br

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Nossa vida no data center

Que importância têm os data centers em nossa vida? Há alguns anos, eu fiz a mim mesmo essa pergunta e obtive uma resposta contundente: nossa vida, na maioria das cidades, depende do bom funcionamento e da disponibilidade de um ou de vários data centers. Não é exagero. Eles controlam quase tudo em cada segmento da atividade humana: energia, iluminação, telecomunicações, internet, transportes, tráfego urbano, bancos, sistemas de segurança, saúde pública, entretenimento ou até nossa integridade física.

Em suma, o bem-estar e a segurança de bilhões de seres humanos estão entregues a esses centros de controle e supervisão de dados e informações. A maioria das pessoas talvez nem se preocupe muito com isso. Mas as grandes corporações e as instituições públicas, por outro lado, têm a obrigação de levar esse assunto a sério.

Um apagão desses centros nos impediria de fazer uma simples consulta ao Google, já que esse gigantesco portal armazena mais de 700 trilhões de páginas de informações em milhares de data centers espalhados pelo mundo. Muitas pessoas preferem não pensar no problema, até porque, dizem, nada podem fazer para mudar a situação.

Este artigo quer provar que podemos fazer muita coisa.

Que bicho é esse? Faço uma rápida pesquisa e encontro uma definição clara e didática: “Data center é um local centralizado provido de recursos de computação e de telecomunicações de importância crucial – incluindo servidores, sistemas de armazenamento, bancos de dados, periféricos, redes de acesso, software e aplicativos – operado por pessoal altamente especializado, para uso e controle de indústrias, governo e empresas de serviços”.

Para conhecer melhor as tendências desses centros, entrevistei há poucos dias Henrique Cecci, um dos grandes especialistas no assunto do Grupo Gartner. Provoquei-o de cara, acusando o data center de ser um dos maiores vilões do meio ambiente, por seu absurdo consumo de energia, pelos investimentos brutais que demandam e por seus custos operacionais estratosféricos.

“Isso talvez fosse verdadeiro há 15 ou 20 anos. De lá para cá, as coisas mudaram”, diz Cecci. “Os data centers modernos são muito menores e modulares. Essa é a grande tendência corporativa: o crescimento modular. É claro que eles continuam tendo um ciclo de vida longo, mas sua expansão ocorre de forma modular. Da mesma forma que as corporações buscam essa modularidade do desktop ao mainframe, assim também acontece com o data center.”

Os data centers que visitei recentemente comprovam que eles consomem muito menos energia e ocupam muito menos espaço.

Crescem à medida que a demanda de serviços vai crescendo. Nascem pequenos e levam em conta o consumo de energia, a emissão de carbono e o aquecimento global. A sustentabilidade e seu impacto no ambiente constituem uma preocupação verdadeira, com resultados muito mais positivos para as próprias empresas, dentro da filosofia da “green technology”.

A evolução. Para Henrique Cecci, “os data centers modernos têm capacidade de processamento quatro vezes superior aos do passado, embora ocupem apenas 40% do espaço dos antigos”. E não se trata, a rigor, de simples miniaturização de componentes, mas de uma busca permanente pela eficiência geral do sistema, que inclui os conceitos de virtualização (uso das máquinas virtuais) e computação em nuvem.

Os data centers modernos armazenam muito mais dados e informações nos racks ou bastidores do que antigamente, até porque era mais difícil refrigerá-los. As novas tecnologias não apenas possibilitam esse aumento de densidade, mas, também, asseguram melhor refrigeração. Com isso, os data centers modernos ocupam menos espaço. Há ainda outros meios de aumentar a eficiência geral do sistema, como as multizonas, com espaços especializados em alto, médio e baixo nível de processamento.

Reduzindo riscos. Outra grande tendência dos data centers é a busca incessante de maiores níveis de segurança, em especial daqueles que servem às áreas de serviços essenciais e setores financeiros. Grandes bancos – como Bradesco, Itaú ou Banco do Brasil – precisam garantir continuidade absoluta de serviços e reduzir praticamente a zero os riscos de interrupção ou de apagões. O mesmo ocorre com as empresas de telecomunicações, em especial depois do advento da internet.

Texto original disponível em www.estadao.com.br

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Mundo do Marketing fortalece ações na web com Cloud Computing

A TECLA e o Mundo do Marketing firmam uma parceria de sucesso há 3 anos. Este mês o portal da TI Inside publicou o case de sucesso entre as duas empresas. Confira a matéria na íntegra no site da TI Inside:

A comunidade criada pelo website Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br) passou a acessar o conteúdo de suas páginas com serviço de infraestrutura da Tecla Internet – fornecedora de serviços de internet e computação em nuvem com estrutura 100% alocada no Brasil. Com visitação que atinge hoje 235 mil pessoas por mês, o Mundo do Marketing oferece um banco de dados de aproximadamente 22 mil matérias jornalísticas. Além do conteúdo em texto, o site conta com webTV, lançada em 2011. Esse patrimônio passou a necessitar de serviços de hosting e acesso mais confiáveis e estáveis para garantir a estabilidade… 

Continue lendo em www.tiinside.com.br

 

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Diversas empresas estão investindo em Cloud Computing. Mas, vale a pena?

Números e pesquisas mostram que companhias podem economizar e ganhar dinheiro com a adoção da computação em nuvem

O cloud computing está na moda: cada vez mais empresas aderem ao serviço. Mas, será que a nuvem realmente vale a pena? Números do instituto de pesquisas Market Research Media mostram que sim, já que em um estudo, eles estimam que, em 2016, esse mercado gerará a US$83 bilhões (cerca de R$141 bilhões). Em 2020, as cifras podem chegar a US$270 bilhões (cerca de R$459 bilhões), segundo a Visiongain.

A empresa de capital de risco Kleiner Perkins Caufield & Byers, que apoiou a Zynga e o Groupon, é uma das mais otimistas com o setor. Ela diz que está considerando focar um investimento de US$100 milhões (cerca de R$170 milhões) para vender serviços em nuvem para companhias. Matt Murphy, membro de uma das empresas parceiras da Kleiner, diz que conversaram “sobre o assunto e estamos intrigados sobre a ideia”, segundo a Bloomberg.

Este não é um caso isolado. Diversas empresas estão começando a ver que esse segmento pode ser lucrativo, já que não precisarão mais guardar dados e softwares em computadores e servidores locais.  Um sinal disso é a quantidade de aquisições de empresas do ramo. É o caso da Cloud.com, que foi comprada pela Citrix Systems.

Mas, de acordo com a pesquisa, uma coisa é certa: a cloud tem tudo para pegar de jeito. Segundo Murphy, “o nível de conforto e vontade de adotar a nuvem está atingindo um ponto de aceleração nas empresas. Agora, é o período mais interessante dos últimos 10 anos para se investir em empresas com bases tecnológicas”, afirma.

Texto original disponível em www.olhardigital.uol.com.br

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O que é fato e o que é ficção na cloud computing?

Empresa especializada em desenvolver infraestrutura crítica aponta mitos e verdades sobre a nova forma de armazenamento de dados

Cloud. O nome faz lembrar as imagens de uma névoa obscura sempre fora do nosso alcance. A realidade sobre cloud computing pode parecer apenas misteriosa. Antes de entrar nesta fronteira nebulosa em TI, é importante separar sensacionalismo de realidade. A Emerson Network Power, uma unidade de negócios da Emerson especializada em maximizar a disponibilidade, capacidade e eficiência da infraestrutura crítica, examinou detalhadamente a veracidade de algumas suposições comuns sobre cloud.

“Cloud computing é uma ferramenta poderosa e importante para os negócios de hoje mas, assim como qualquer ferramenta, deve ser usada corretamente para oferecer seus reais benefícios”, disse Blake Carlson, vice-presidente de negócios Avocent em mercados globais de TI, da Emerson Network Power. “Negócios responsáveis e departamentos de TI levarão tempo para entender completamente os riscos e benefícios associados à cloud, desafiar as suposições comuns e percepções incorretas, e tomar decisões com base em informações que beneficiem suas organizações e clientes”.

Ao avaliar essas suposições relacionadas à cloud, diz Carlson, os pesquisadores da Emerson Network Power focaram especificamente em clouds públicas e fizeram uma pergunta simples: Fato ou ficção?

Todos estão mudando para cloud

Ficção — mas talvez não por muito tempo.

Enquanto a migração para cloud ainda não é universal, não há dúvida de que é uma tendência formidável que irá crescer apenas com avanço de sua adoção e importância. De acordo com uma pesquisa de 2011 da Advanced Micro Devices, aproximadamente 37% das empresas já estão utilizando cloud. E 24% dos que responderam à pesquisa de setembro de 2011 da Emerson Network Power, entre gerentes de data center, revendedores e engenheiros, disseram que têm planos de seguir ou implementar uma estratégia de cloud computing nos próximos 18 meses. De acordo com um relatório recente da IDC, a receita mundial de serviços de TI em clouds públicas ultrapassou US$21,5 bilhões em 2010 e com projeção de alcançar US$72,9 bilhões em 2015. A Forrester Research Inc. é ainda mais confiante, estimando que o mercado global de cloud computing alcance US$241 bilhões em 2020, de acordo com um relatório de abril de 2011 chamado “Sizing the Cloud”.

Independente de qual deles é o mais preciso, está claro que o mercado cloud está crescendo — e é bem maior do que sugeriam as notícias há um ano.

Por que as resistências e os atrasos? Embora provedores tenham melhorado a segurança de dados e a privacidade consideravelmente desde o começo, preocupações persistentes sobre acessos de dados proprietários, localização e transferência continuam a limitar sua adoção distribuída. A flexibilidade do sistema em geral é outra preocupação com clouds públicas. Adicionalmente, apagões em vários provedores de cloud provavelmente são razões suficientes para desencorajar alguns negócios que dependem de disponibilidade de rede fixa para sobrevivência.

Mudar para cloud significa que não preciso mais me preocupar com o downtime

Ficção.

Se a sua empresa mudar para um provedor cloud externo, o risco de um apagão simplesmente é transferido de seu data center para o do provedor. A única mudança é o controle. Em seu data center próprio, você controla a infraestrutura e disponibilidade de sua rede e dados. Este controle, é claro, traz consigo diversos problemas de propriedade e responsabilidade que podem  ter sido um fator da mudança para cloud em primeiro lugar. O controle significa responsabilidade, e  a carga de responsabilidade por garantir a disponibilidade de rede é algo que alguns gerentes de TI prefeririam não ser responsáveis.

Se você muda para cloud, o controle da proteção da infraestrutura de seus dados é transferido para o provedor cloud. É importante revisar o registro de disponibilidade do data center do provedor e a infraestrutura de TI antes de fazer a mudança. É bem possível que a infraestrutura do data center provedor seja mais robusta do que a sua, mas pesquise antes de mudar para garantir a ideal integridade, responsabilidade e fortes acordos relacionados aos níveis de serviços.

Se a sua organização optar por cloud privada, pode ganhar uma medida de proteção de falhas de servidor único, mas o dano causado por um apagão total de data center continua sendo destruidor. Manter uma infraestrutura robusta de resfriamento e energia é critico para suportar uma cloud privada e  o gerenciamento da infraestrutura e monitoramento do data center torna-se ainda mais crítico.

Finalmente, é importante lembrar que simplesmente mudar para cloud não elimina a preocupação com o downtime  ou com o dano que um apagão pode causar aos seus negócios. Os clientes lembrarão da sua falha de rede — e não do fato de que a falha foi culpa de seu provedor cloud.

Cloud sempre reduz custos e carga de trabalho

Ficção

Este é um argumento comum para a adoção de cloud, mas dependendo das aplicações que você planeja suportar com a cloud, isso pode ou não ser verdade. Pelo menos a curto prazo, é provável que uma transição para cloud seja muito trabalhosa.

Os negócios que mudam para esse modelo de trabalho fazem isso para atender uma necessidade específica e alavancar recursos anteriormente indisponíveis (especialmente servidores) que, por meio da cloud, estão disponíveis por demanda.

Mas adaptar serviços cloud às necessidades específicas de seu negócio requer uma transferência de cultura que pode ser difícil de gerenciar. Mesmo quando a configuração é adequada, classificar o que pode e o que não pode ser mudado para cloud é um processo que demanda tempo. O aumento da eficiência operacional pode ser a luz no fim do túnel, mas não é um túnel curto.

Em termos de custos,um artigo da McKinsey and Co., de 2009, afirma que os clientes cloud economizam dinheiro apenas quando executam plataformas específicas em cloud. Por outro lado, o relatório afirma que manter um data center privado continua tendo o melhor custo benefício. Provedores cloud  iriam confrontar essas declarações (e fizeram isso), mas é prudente dizer que não há dúvidas a respeito de economias de custo que podem ser atingidas por meio da adoção de cloud. Utilizadas de maneira correta, as economias parecem prováveis mas, como sempre, são os detalhes que fazem a diferença.

Texto original disponível em www.olhardigital.uol.com.br

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