Mar 12

No Dia 20/03 vai acontecer o EDTED 2010 no Rio de Janeiro e a Tecla vai estar lá.

Você pode conferir a programação do que vai rolar aqui. Imperdível para quem é ligado em design e tecnlologia digital.

Segue um teaser do que chegou aqui para a gente essa semana, e há rumores que ele também apareça lá no evento

Fique ligado e vai lá dar um oi :D

Mar 12

O mercado de TI no Brasil espera investimentos de R$55,89 em 2010, crescimento de 13,4% em relação a 2009.

Os Dados são de um estudo dirigido pela E-Consulting que analisa os segmentos de Software, Hardware e Serviços de TI nos setores público e privado.

O Governo responde por 12 a 15 bilhões ainda no primeiro semestre, devido ao calendário eleitora, e o setor financeiro por 17 bilhões.

O Setor de serviços responde por aprox. 23,8 bilhões, o mercado está se reaquecendo após a crise do ano passado,além da demana por novos serviços dependentes de virtualização e Cloud computing.

Os investimentos em software devem chegar a 10,7 bilhões e infra-estrutura com 21,2 bilhões, devido a renovação do parque de máquinas e das novas demandas por serviços escaláveis (Cloud Computing).

O Brasil terá este ano 53% dos investimentos de T.I. na América Latina, que terá ao todo 105,2 bilhões de reais em 2010

Mar 11

A Information Week publicou ha um tempo atrás uma matéria muito interessante sobre a preocupação de alguns profissionais de TI sobre perderem o emprego devido à automação do gerenciamento de rede no Cloud Computing.

Como toda evolução tecnológia, a migração para cloud exige um tempo de adaptação tanto do aspecto operacional, quanto tecnológico e operacional.

E tanto nesta fase de adaptação quanto após a consolidação da tecnologia, serão necessários profissionais habilitados, assim, o mercado de TI deve na verdade também evoluir para acompanhar a demanda.

Os profissionais de redes e administradores de sistemas terão que aprender novas habilidades para gerenciar as novas demandas que serão geradas pela estrutura de cloud computing, que seja capaz também de trabalhar com ambientes hibridos (ex ambiente virtual + cloud pública), durante e após o processo de migração.

IT não vai sumir, vai sim evoluir, e se você trabalha com tecnologia, é bom se preparar.

Mar 11

Fizemos uma pesquisa com os nossos beta testers da solução Cloud Computing Tecla para que eles avaliassem a ferramenta. Embora ainda seja uma versão Beta, o Cloud Computing Tecla apresentou um bom nível de satisfação entre os usuários! Confira abaixo algumas estatísticas:

Além disso, tivemos um bom índice de recomendação da ferramenta à amigos e colegas profissionais,  sendo que  mais de 1/3 dos entrevistados recomendaria o serviço com toda a certeza e 2/3 recomendaria após pequenos ajustes nas funcionalidades.

Por meio desta pesquisa também identificamos melhorias que devem ser feitas para satisfazer por completo nossos clientes, grande parte desse trabalho  já está sendo realizado por nossos desenvolvedores a fim de entregar uma poderosa ferramenta ao mercado!

Saiba mais sobre nossa computação em nuvem aqui

Mar 10

Aqui na Tecla, todas as equipes discutem de tempos em tempos como estamos indo, o que pode ser melhorado, as próximas novidades e os novos recursos de produtos e serviços.

Segue uma foto da galera do suporte e qualidade durante uma das reuniões sobre o que vem por aí :D

O espaço é descontraido, mas o assunto é de gente grande

Mar 10

A Microsoft está descontinuando a linha Windows Essential Business Server product, um pacote para empresas de médio porte

O produto combina Windows Server 2008, servidor de e-mail Exchange e ferramentas e gerenciamento.

“Nós estamos revendo nosso portfolio e vamos descontinuar desenvolvimento futuro do EBS” , postado pela empresa no website. O produto deixará de ser vendido em 30 de junho.

Mesmo sendo bem novo de mercado, o produto levou bastante tempo em desenvolvimento, sendo anunciado pela primeira vez em 2005 pelo codinome Centro.

A Microsoft disse que continuará com sua linha Windows Small Business Server, para pequenas empresas. Os usuários do EBS poderão obter licenças gratuitamente para cada produto em separado, que valem de 30 de junho até o final deste ano

“A decisão de não desenvolver novas versões do EBS não foi fácil e não terá impacto em outras soluções e produtos Windows Server, incluindo a nova versão do Windows Small Business Server”

Segundo postaram no blog “Há muito talento e conhecimento no time de desenvolvimento do EBS e a Microsoft está comprometida em realoca-los para trabalhar em outros projetos com o Microsoft Server e a divisão de Cloud”

A descontinuação de algumas linhas de produtos pode ser sinal da aposta da empresa em novas plataformas virtualizadas como carro chefe.

Parece que mais gente é sempre bem vinda no time do Cloud na Microsoft :D

Mar 9

Para terminar esta série de posts sobre Cloud inspirados no mais interessante do artigo da It Web, vamos mostrar a diferença entre virtualização local e clouds públicas:

A linha que separa a virtualização de servidor dentro do data center de uma empresa e a computação em nuvem pública, no estilo da Amazon está mais tênue.

Num futuro próximo, tentar mover carga de trabalho de dentro de um data center para uma nuvem pública via migração exigirá muito conhecimento. E, se você for um usuário VMware, será bom conhecer a habilidade de conversão para o formato AMI (Amazon Machine Image), da Amazon, ou o formato VHD, da Microsoft.

A VMware, a Citrix e a Microsoft estão na luta para serem líderes em virtualização de x86, e irão lutar para tornar mais fácil o gerenciamento de centenas ou milhares de servidores por meio de uma camada de virtualização.

Estas ferramentas de gerenciamento permitirão que as equipes de TI rodem um “cloud center” dentro o data center com menos profissionais e menos energia. O desafio será, então, tornar possível essa combinação de trabalho de nuvem pública com privada.

A Volantis Systems é uma empresa do Reino Unido que produz o servidor Ubik.com, que permite que consumidores e pequenas empresas criem páginas gratuitas desenhadas para as telas dos telefones celulares.

Grandes telcos, como T-Mobile e Telenor, usam o serviço para criar sites de informações. E a Telenor também para a loja online. O crescimento rápido ameaçou ultrapassar a capacidade de armazenamento de hospedagem da Volantis.

O CEO, Mark Watson, queria usar armazenamento em nuvem, mas se deparou com o problema que seus sistemas são baseados em Unix. Sua equipe de TI tinha pouca experiência com os servidores x86 da Dell, que fazem a nuvem Azure da Microsoft. Trabalhando com a Infosys, a Volantis criou APIs entre seu sistema de desenvolvimento e a Azure, em duas semanas. Agora ela armazena sites de clientes na nuvem por que é mais expansível.

A computação em nuvem é uma evolução de várias formas, uma delas é a frequência com que cria técnicas de desenvolvimento e implementação já familiares para as equipes de TI. E ela também remove alguns dos mais antigos obstáculos para a implementação de aplicativos que podem ser expandidos para um grande número de usuários.

Ao mesmo tempo, cloud computing traz suas próprias complexidades. Aprender a trabalhar com a nuvem, ajustá-la às equipes de TI e suas políticas a novas questões dependerá da busca pelo conceito dentro do cronograma definido em cada empresa.

Mas aquela ideia distante no firmamento, aos poucos, ganha formas concretas e começa a parecer bastante com uma extensão bem real do data center.

Mar 9

Este post apresenta um ponto de vista interessante sobre o modo de trabalho das equipes de TI na migração de sistemas para cloud computing, discutido em um artigo da Itweb (adaptado)

Quando falamos em migração para Cloud, estamos discutindo diferentes formas de trabalho com a equipe de TI, e atualmente há uma forte divisão entre as operações de data center e equipes de desenvolvimento, que cuidam, apenas parcialmente, dos interesses do outro.

Em operações, um administrador de sistemas, geralmente, conhece bem um aplicativo e seu servidor, enquanto o programador aprende sobre protocolos de rede, APIs e códigos de linguagem.

Na nuvem, o papel do administrador muda. Ele precisa confiar em outra pessoa para fazer seu papel tradicional de gerenciar e, para acessar um servidor, deverá aprender mais habilidades de programação, como protocolos de serviços web soap ou rest e como lidar máquinas virtuais em um ambiente distribuído, o que pode exigir conhecimento de PHP, Python ou alguma outra linguagem de script.

“Não existirá um administrador de sistema distinto do programador”, prevê Jason Hoffman, fundador e CTO da Joyent, fornecedora de data center virtual há seis anos.

Já os desenvolvedores no Japan Post, um conglomerado de serviços postais, bancos e seguradoras com 70 mil funcionários, descobriram que podem ter mais rapidamente novas ferramentas usando plataformas em nuvem, mas antes precisam aprender a desenvolver aplicativos ágeis.

A empresa criou aplicativos de CRM e relatórios de acidentes usando a plataforma da Sales.com. Levou apenas um quarto do tempo e custo que levaria para desenvolver e implementar em infraestrutura convencional, disse Yoshihiko Ohta, gerente-geral sênior do Japan Post

Hoje, quando um gerente de uma unidade de negócio pede por mais capacidade no servidor, significa, hoje, um esforço de seis semanas, aproximadamente, o que pode ser resolvido com uso de Cloud.

Sistemas de cobrança retroativa por exemplo podem, automaticamente, cobrar pelo consumo separado por departamento. Ao unir isso à capacidade de nuvens externas, a principal dor de cabeça da área de TI vai embora.

O processo de aprovação para novos servidores tradicionais contribui muito para este longo prazo, o que também precisa ser revisto ao aprovar mais recursos para clouds públicos ou ambientes virtualizados:

Os processos de negócio precisam refletir o que a virtualização é capaz de fazer”, diz o analista Haff, “Mesmo que seja possível acessar um servidor em 60 segundos, não adiantará de nada se o usuário ainda precisar de três semanas para aprovação.”

Mar 8

Neste post, trazemos o Case de IT a Sony sobre a morte de Michael Jackson em matéria da IT Web (adaptado), e como o Cloud Computing poderia ter ajudado a solucionar um grande problema comercial:

“Greg Taylor, engenheiro-sênior de sistemas da Sony Music Entertainment, é responsável pela infraestrutura de computação por trás dos websites de centenas de artistas. No começo deste ano, ele agregou capacidade à loja online do site Michael-Jackson.com, que poderia processar transações e comentários de até 200 internautas de uma vez, muito mais do que o número de visitantes esperado.

Com a morte repentina do astro, em 25 de junho, o site foi sobrecarregado por pessoas que queriam comprar suas músicas ou apenas se comunicar com outros fãs em luto. Mais de um milhão de internautas tentaram acessar a loja online durante as 24 horas após a morte do rei do pop. Muitos queriam postar comentários mas não conseguiram. Os servidores não caíram, mas nem todos que buscavam informações puderam ser atendidos. Pior, muitas compras foram perdidas conforme o tráfego se intensificou em um website que já era “intenso em dados”.

Os executivos da Sony entenderam que a morte de Michael Jackson havia sido um evento inesperado, mas acharam inaceitável o fato de que as pessoas tentaram acessar um site da empresa – e fazer compras nele – e não conseguiram.

O problema não poderia ser resolvido da forma tradicional, adicionando mais hardware, porque a companhia tem lojas demais e não há como prever qual artista será o próximo alvo.

Em resposta, Taylor rearquitetou os sites de Michael Jackson e de outros artistas populares para que o tráfego pudesse se dividir em dois canais: um para compradores e outro para visitantes atrás de informações. As transações permaneceram no site central hospedado nos servidores dedicados. Nos momentos de tráfego intenso, os visitantes que buscam apenas informações sobre o artista podem ser redirecionados para uma página parecida, apenas de leitura, hospedada na nuvem EC2, da Amazon.

Muitas empresas compartilham estes servidores, mantendo os gastos mínimos e com a garantia de que sempre terão a capacidade extra necessária.  Em momento de pico no tráfego, os visitantes ainda podem não conseguir efetuar uma compra, mas com certeza não sairão do website descontentes por não conseguir alguma informação. “Isso muda a forma como vemos a TI“, disse Taylor.

Não é mais questão de ter controle direto e constante sobre o recurso, mas saber o que precisa estar sob seu poder imediato na questão data center versus o que pode ser movido para a nuvem “elástica” e pública que, em um piscar de olhos, pode “se transformar em mais dez servidores”.

Mar 8

Recentemente a IT WEB publicou uma matéria sobre o impacto das tecnologias de Cloud Computing no mercado de TI, vamos segmentar em posts aqui no blog os pontos mais interessantes:

Na migração para o sistema de Cloud Computing, devem ser analisadas questões de segurança estratégicas, como definir qual parte da operação será transferida para o cloud durante a migração e quais as políticas de segurança que serão adotadas neste ambiente para não haver vazamento de informações.

Além de escolher qual o nível de acordo de serviço com o fornecedor do cloud: é interessante que a equipe que gerencia a parde da aplicação no cloud trabalhe em paralelo com sua àrea de TI local.

O monitoramento remoto de aplicativos pode assegurar se o serviço remoto está ou não sendo entregue como contratado.

A criação máquinas-virtuais-modelo para hospedar as “ferramentas virtuais” desenvolvidas exige uma maior colaboração entre profissionais e TI. É “essencial que administrador de sistema, gerente de rede e agente de segurança de informação trabalhem juntos. Estes modelos de servidores formarão o guia que será usado em centenas de máquinas virtuais clonadas do padrão capturado pelo modelo.”

O agente de segurança não aparece mais apenas no final do processo.

Dados interessantes: Em 2009, quase metade das empresas (46%) disseram que usarão ou gostariam de usar CPU, armazenamento ou outro serviço de infraestrutura em nuvem, devido à economia, de acordo com uma pesquisa realizada pela InformationWeek Analytics. Há um ano, 31% tinham essa visão. Para software como serviço, 56% usarão ou gostariam de usar.

Charles Babcock acredita que  “dados sigilosos de negócios também não serão enviados para a nuvem. Mas quando olhamos para os serviços oferecidos por empresas como Amazon, Google e Microsoft há quem veja uma nova e dominante economia de escala.”